15 de abril de 2017

Grau de Dificuldade

Esses dias fomos na concessionária THE ONE em Curitiba, e lendo o quadro das viagens BATE E FICA , observei que havia grau de DIFICULDADE. 
Não é tão simples definir a dificuldade de um trajeto pois , para cada situação e para cada indivíduo isto é variável. 
Para um principiante pilotar 100 Km em um grupo de motociclistas, pode ter um alto grau de dificuldade. Têm pilotos que fazem um bate e volta de 400 Km e no final do trajeto estão muito bem dispostos; conheci outros que viajaram para o Alaska, Bolívia, Chile e Argentina... 800 - 1.000 Km num dia  não é nada. Pilotar em estrada de chão, então... é brincadeira para eles. 

A intenção da postagem não é criticar e nem polemizar; mas sim, que cada piloto veja qual é a sua zona de conforto e o quanto quer ou pode ir além das suas limitações.

Vejo quão é importante estar com a mente alerta e descansada para se fazer uma viagem, seja que distância for. O corpo livre de dores e desconforto é crucial para uma pilotagem prazerosa. Há de se considerar o tipo de estrada, por onde se vai transitar e as surpresas que se vai encontrar pelo caminho. 
Todos estes fatores são de grande importância para descobrirmos qual será a nossa dificuldade. A nossa experiência é única e particular e o grau de dificuldade sendo conhecido, pilotar tende a se tornar cada vez mais, algo muito satisfatório. 


RIDE YOUR WORLD!!!

Pode ser que uma passagem pelo trajeto não seja suficiente para definir o grau de dificuldade, pode ser que com o aumento da sua experiência os seus conceitos também se modifiquem. Mas lembre-se sempre que o que realmente importa é você e a sua motocicleta, e a estrada...

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