Esses dias me perguntei quantos quilômetros fiz desde que me tornei uma pilota... E não pude chegar a nenhuma conclusão, pois, só me lembro vagamente de alguns números. Todavia, recordo-me das experiências, das viagens, e da adrenalina que cada uma das motocicletas me proporcionaram.
O que me chamou a atenção com relação a isso é porque frequentemente observo alguns conceitos sobre o que é ser um VERDADEIRO MOTOCICLISTA.
Alguns acham importante a quilometragem pois é desta forma que se qualifica um bom motociclista, alguém a quem se possa respeitar - se fez centenas de milhares de Km... ou não... se faz apenas 1000 km num ano.
Outros precisam viajar para determinados países, determinadas estradas e passar por determinadas provas para se dignarem ser um verdadeiro motociclista.
Ah! Outra proposta é de quem só pode ser considerado um verdadeiro motociclista se viajou debaixo de chuva, de muita chuva...
Sem querer criticar cada uma destas definições, mas sim, abordando a partir do que é ter uma Harley Davidson...
A motocicleta é a expressão da Liberdade tão desejada, é uma ferramenta importante que nos tira do condicionamento, dos problemas do dia-a-dia. Ela é o salto quântico para o momento presente e para o reconhecimento do PODER que habita em nós.
Sem querer criticar cada uma destas definições, mas sim, abordando a partir do que é ter uma Harley Davidson...
A motocicleta é a expressão da Liberdade tão desejada, é uma ferramenta importante que nos tira do condicionamento, dos problemas do dia-a-dia. Ela é o salto quântico para o momento presente e para o reconhecimento do PODER que habita em nós.
Para mim, ser uma verdadeira motociclista é sair de moto quando se está com energia e alegria, pilotar com atentividade e curtir - sempre que possível - a beleza que está diante dos olhos, sem desrespeitar as próprias limitações.
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Foto do Encontro em Punta del Este 2012 |
E VIVA A VIDA, minha gente querida!!!